A TARIFA BAIXOU!!! A GENTE SÓ COMEÇOU!!!!!! ^^
CHEIRO DE GÁS? NÃO!
CHEIRO DE REVOLUÇÃO!
Brasilia - police shooting at the demonstrators sitting on the ground.
PM: “Você vai desligar essa porra ou vou ter que fazer alguma coisa na sua cara?”
(via eco-logico)
Source: feridosnoprotestosp
Essa é nossa vez!
Nunca houve um megafone num carro de polícia nesse país.
A Polícia Militar não explica seus atos. Não anunciam “saiam da rua”, não dialogam. Não anunciam nada. Simplesmente batem e atiram.
E sempre o fizeram nas favelas, nos morros, na periferia. Batem e atiram. Ontem, fizeram na Avenida Paulista, diante das câmeras.
Soldados que ganham pouco mais de R$ 2 mil por mês, nem isso, batendo em manifestantes. Lamentável.
Sim, tenho medo e ontem senti raiva da nossa Polícia, que eu vi batendo nas pessoas.
Mas, como todos sabemos, a Polícia é um braço dos nossos Governos.
O braço da saúde deixa pessoas morrerem nos corredores. O da educação corta salário de professores e o do transporte extorque trabalhadores para que passem quatro horas por dia de pé.
Estamos cansados de todos esses braços não nos ouvirem.
Nossos governantes, ontem, em São Paulo e no Rio de Janeiro, condenaram as manifestações por elas estarem adquirindo um “viés político”.
Para esses governantes, apenas ao nosso dedo indicador foi reservado o direito de manifestar-se politicamente - a cada dois anos, apondo nosso voto, silenciosamente, em uma urna eletrônica.
Depois, não podemos fazer mais nada.
Na próxima segunda-feira mostraremos que não é bem assim.
Iremos gritar, marchando pelas ruas, até que nos ouçam!
E iremos gritar a cada novo ataque que qualquer governo perpetrar contra nós.
E iremos revisitar todos os nossos problemas, para gritar sobre eles também. E não pararemos mais de gritar, de marchar e de fazer.
Fazer o que desde 1988 prometem que farão.
Tudo!
PMs atiram contra manifestantes que pedem não à violência!
E que estavam na calçada! Oo NENHUMA JUSTIFICATIVA!
(via eco-logico)
Source: feridosnoprotestosp
Violência em São Paulo
Uma manifestação PACÍFICA, que mal tinha saído da Av. Ipiranga, duramente reprimida pela PM.
“Normal”, você dirá.
O QUE NÃO É NORMAL são pessoas serem PRESAS por portar VINAGRE ou TINTA.
O QUE NÃO É NORMAL são pessoas serem CAÇADAS na Paulista pelas motocicletas da Polícia Militar
O QUE NÃO É NORMAL é o namorado da sua amiga, que nem no ato estava, TER DE SE ESCONDER dessa caça, entrar num restaurante. SER RETIRADO DE LÁ À FORÇA PELA PM e ser ESPANCADO NAS COSTAS E NO ROSTO, na base do CACETETE, até sangrar.
O QUE NÃO É NORMAL é você ter medo de ir à delegacia denunciar a agressão, por saber que a Polícia Civil também está caçando gente.
O QUE NÃO É NORMAL é você descer a Rua Pamplona visando chegar a Rua Estados Unidos (78º DP) e, na esquina da Rua José Maria Lisboa um SANTANA CINZA, COM VIDRO FUMÊ, invadir a calçada, e de dentro sair um cara de colete e RIFLE (nada de balas de borracha não, um rifle mesmo) e apontar pro seu colega e dizer ‘parado, Polícia’, sendo que seu amigo estava apenas portando uma câmera.
O QUE NÃO É NORMAL é você ter de continuar caminhando, tremendo, até a 9 de Julho, por que não se pode argumentar, não se pode falar, não se pode reagir.
Eu não sei mais de nada mesmo. Simplesmente não sei.
Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem
Protesto pelo Passe Livre em São Paulo na sexta-feira (07-06-13)
Estou de saída da vida.
Diploma na gaveta, terno pendurado.
Prestes a me matar diante das bombas da Polícia Militar.
Os jornais noticiarão em alto e bom som a minha morte
Acordou cidadão de bem, tornou-se vagabundo
Vândalo
Depredador
Deitou-se com arruaceiros.
Que importava tanto o transporte público afinal, para abraçá-lo assim?
O repórter para, entra o anúncio de algum carro esporte.
Qualquer coisa sobre estádios da Copa.
Algum intelectual escreve sobre quanto vinte centavos não fazem diferença na renda de ninguém.
Pessoas cansadas, suadas, pagam para serem enlatadas.
Ir ao parque público no fim de semana? Não podem.
A passagem está custando mais que o alimento do dia.
Resta ficar no sofá, assistindo à TV
a repetir porcaria.
Eu tenho fome
Poderia dizer que é fome de amor; de justiça, de liberdade. Fome de tudo que me transforma em ser humano… Mas não; tenho fome simplesmente por não ter almoçado. Desde o café às 7h não comi nada. São 15h30.
Me prometeram um banquete fabuloso aqui no trabalho, às 14h. Até agora, nada.
Pensando bem, das 14h até agora, nem faz tanto tempo assim. Deveria aguentar mais um pouco mesmo.
Pensando melhor, deveria mesmo é parar de me afiar à promessas. Ora, “banquete”. No fim, serão uns canapés e mais nada. Enfrentei uma porca manifestação estudantil, atrapalhando o trânsito, para chegar aqui hoje. Para quê? Para passar fome!
Passei por pessoas com fome na rua hoje. Não tenho dinheiro. Fico pensando na minha perspectiva de comer canapés logo mais. Seria mesmo triste?
Não sei, meu estômago continua me dizendo que tenho fome. Minhas têmporas começam a doer. Não trouxe nem uma barrinha de cereal hoje! Ajusto o ar-condicionado, acomodado nessa linda sala que, porém, está sem comida.
Não tenho mais palavras para contar desse sofrimento do meu dia; esse ir e vir em busca de comida, de promessas não cumpridas.
Oh, como sofro!
Ironia?
Diga NÃO ao Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) Assinem galera.
O objetivo deste projeto é atribuir direitos fundamentais ao embrião, mesmo que ainda não esteja em gestação, dando-lhe o mesmo status jurídico e moral de pessoas nascidas e vivas. Ou seja, o embrião terá mais direitos que a mulher, mesmo quando for resultado de estupro.O projeto viola diretamente os Direitos Humanos e reprodutivos das mulheres, a Constituição Federal e a lei penal vigente. Hoje, a lei não pune o aborto realizado em casos de risco de vida e de estupro. O Estatuto do Nascituro ignora a relação de causa e efeito entre a ilegalidade do aborto, os altos índices de abortos inseguros, e as altas taxas de morbidade e mortalidade materna no Brasil, e põe em risco a saúde física e mental e até mesmo a vida das mulheres.Sua mensagem irá para os membros da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Temos pouco tempo! Assine agora e nos ajude a parar esse projeto!






